O MAIOR DOS CIOS
Corsel ardêjo, adônis viril,
assim me sinto ao relembrar de ti.
Que bom sentir essas lembranças mil,
Soltar do coração ré, mi, fá. sol, lá, si.
Ao reencontrar-te, especial princesa,
explodirei meu peito de amor.
Ao te tocar, lembrarei, com certeza,
De antigos momentos; nenhum findou.
Ao te abraçar, mesmo que não ti dispas,
calor maior jamais eu sentirei.
Se espalhará um punhado de chispas;
talvez até, quem sabe, explodirei.
Ao te deitar, calma e suavemente.
Ao te despir, mais que rapidamente.
Ao nos unirmos, sei que, certamente,
iremos aos céus muito suavemente.
Teu corpo, qual bandeira tremulando,
Extasiado com tanto aconchego,
Porejará, se findará suando,
Suando amor, molhando esse teu nego.
De minha boca, ao provar o amavio,
Mover-se-á a língua enlouquecida,
Tão excitada por teu forte cio;
Cio maior não há, minha querida..
Ao te deitar, calma e suavemente.
Ao te despir, mais que rapidamente.
Teu corpo, qual bandeira tremulando,
extasiado com tanto aconchego,
porejará, se findará suando,